domingo, 28 de abril de 2013


É preciso muita vida para lidar com a morte. A morte daquilo que, nem sempre, se foi.
É preciso muita coragem para sentar-se frente aos temerosos dragões que assombram os mais obscuros porões da alma.
É preciso muita sensibilidade para permitir que a metamorfose de cada estação da vida seja estimada de forma serena.
É preciso muita compaixão para que se mostre a solidariedade e, com ela, a paz de espírito.
É preciso muito amor. Ah, porque o amor tudo pode! Amar transcende a vida!

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